Pierre Barouh
E eu que era triste , distante deste mundo, j ai bien compris...o que é felicidade meu amor
Nunca pensei que fosse dar muita atenção ao Orlando de Moraes, pois nunca foi meu favorito gênero de música. Mas ao morar na França ele começou um programa bem gostosinho na Tv fechada, no Canal Brasil, chama se Lá, com artistas franceses que remetem a bossa nova e outros tipos de música brasileira. Excelente
Eu deixei o programa avec Pierre Barouh para um dia assim como hoje, chegada de um Happy até agora, onde combinamos um jantar aqui em casa para poucas pessoas, onde vou colocar na roda uma caixa da champagne Chandon Passion que ganhei do meu parceiro de negócios e outra já pela metade que ganhei de um cliente vip, esta Brut. Penso em fazer algo simples, tenho duas lagostas congeladas, mas não vou comprar mais, pois aqui é muito cara. Vou fazer um risoto de camarão para harmonizar e usar as lagostas apenas como entradinha para comer com os dedos.
Acho que nasci apaixonada pela bossa nova em várias versões, ela marcou minha infancia, com pais e amigos ouvindo a e depois suas versões francesas, inglesas etc.
Quando ouvi meus pais cantarolando a música do filme de Lelouche, gostei muito e já era semi adolescente, e dali, vi o filme que achei super romantico, pois, apesar da história ser mais de separação do que de comunhão, havia ali uma paixão subliminar pela música, e também pelo amor marcante, o amor do desfrute. O único que me seduz de fato, apesar de saber ele ser fugaz, ou não??? Fugas acho que é a intenção que se coloca, o desfrutar é eterno.
Assim, reservei o programa de Pierre Barouh para assistir hoje, enquanto calculo a quantidade de comida, guardanapos, copos, aperitivos, etc.
E recomendo, tem coisas muito diferentes a conhecer, mais de 20 programas a serem assistidos no laptop, de música francesa entrevistados por Orlando Moraes. Até porque alguém naquela época como ele curtir Sivuca, já merece aplausos. Vinicius é fácil
Voila
E aqui um resumo de 3 músicas certamente a serem lembradas
http://www.lefigaro.fr/musique/2016/12/29/03006-20161229ARTFIG00202-pierre-barouh-ses-trois-chansons-inoubliables.php
Fuiiiiiiiiiiiiii
Sem saber que era impossível, foi lá e fez.
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10/02/2017
30/07/2016
Viagem trabalho relacionada. Dá pra aproveitar? Só dá!!!
Pois é, eu saí de Manaus, dia 21 para ficar até dia 31, tudo relacionado a trabalho, um treinamento de mais um exame na área de Motilidade em BH no Cemad, Mauricio Bravin 10, bom padrão e bom astral. Estou feliz, agora comprar mais dois tipos de aparelho um para Impedancio Ph e outro para Testes de Hidrogenio expirado para Def enzimática. Bom nunca que eu deixaria de ir a Inhotim, o melhor programa cult dose única do Brasil. Infelizmente, mesmo eu tendo aquele pique de caminhada e visitação , só consegui ver 60 por cento mesmo utilizando a condução de carrinhos internos super show por sinal. Não fosse isso teria visto nem a metade. Mas eu paro para avaliar a paisagem de fato, a obra e não é tão rapidinho. Amei, adorei, inenárrável, só assim terei que voltar pra terminar. Opa, ótimos restaurantes lá dentro pra minha surpresa, 23 galerias de arte exclusivas tipo Oiticica, Adriana Varejão, Ligia Pape, Neville d Almeida com Oiticica (a relaxante Cosmococa onde vc interage com o prazer, piscinas, colchões, redes , ao som de ótimas músicas. Obras de arte ao ar livre, também na faixa de 20, fora os destaques da botânica , predominam Palmeiras.
Não vou enrolar muito, pois só tive pacëncia de fotografar no início, depois fui me perdendo em devaneios, viagens, penetrando na arte de corpo e alma.
O hotel que fiquei, sempre em cima do lance, em Funcionários, na cara da clínica onde faria o treinamento. Com direito a uma tarde no Outback e outra noite assistir Julieta de Almodovar, viagem boa de cabeça, no CineUsiminas. Maravilhosa e produtiva estadia. Encontraremos de novo no congresso em Gramado, já que o assunto do congresso gira em torno do meu treinamento, operação casada total!!!!
Esta obra onde os pés sáo varios e sustentam os maiores que são em menor quantidade que sustentam maiores ainda que são em número reduzido, espelha a sociedade bem tipo Brasil . Pena a claridade ter atrapalhado mas com boa vontade dápra ver.
A galeria Cosmococa de Oiticica com Neville d Almeida ao lado onde vc interage, deita em redes, escutando Gonzaga, entra de roupa em piscina e deita em colchoes, só se entra descalco nela.
Aqui a galeria de Adriana Varejao, e abaixo um de seus azulejos gigantes. Na frente da galeria, um banco de azulejos exibe desenhos de inúmeras plantas alucinógenas sugerindo que a arte tem impacto como uma droga alucinógena sobre o indivíduo e concordo plenamente, visto que abandonei as fotos de tanta viagem mental...
Vale a pena demais. Um programão,como diz o mineiro, eita trem bão sô!!!!
26/01/2016
E o amanhã, o que será?
Museu do Amanhã, explanada dos museus ba praça Maua, veículo sobre trilho no lugar do viaduto da Perímetral.
Ainda de carona no mesmo espaço está o Museu de artes do Rio qye é um escândalo aquele telhado ondulado unindo arquiteturas de períodos diferentes. Aliás este dya fizemos um ótimo tour por estes dois e ainda o paço Imperial, casa França Brasil fechando as portas, Centro Cultural dos Correios e infelizmente o CCBB estava já fechado. Valeu essa rapidinha.
21/04/2013
Alegria , Alegria, biquini brasileiro, Dna carioca.
E mais Casa Daros, Nina Pandolfo, Catalina Estrada, Affonso
Beato, e tantas outras cores, a cara do Brasil.
Catalina Estrada é bem verdade, a gente pega emprestado.
Tudo a ver. Cores vibrantes, motivos animais leia se vários gatos,leões,
tigres, envoltos por vermelhos , verdes e azuis. Cenas do cotidiano sempre repletas de imagens
que possuem sabores e cheiros, o que faz da pintura um quase viver. Flores de desenho ingênuo, e
muito vivas, o óptico jamais frio e sim com figuras infantis, transforma a experiência numa verdadeira viagem
psicodélica.
A arte da Colombiana Catalina (www.catalinaestrada.com) ganhou tecidos, subiu paredes, transformou se
em sapatos e até mesmo estamparia de carros,
como a edição limitada do Smart. Me faz
lembrar a fotografia divina do filme de Gabriel Garcia Marques também
colombiano, Amor nos tempos de cólera, que bebe ma mesma fonte das cores de
Almodovar, um brasileiro. Cores de Almodovar como canta Adriana Calcanhoto,
falam por si só, mas são cores de Beato.
E claro sem esquecer as cores de Frida Khalo. Que cores, que
cores. Sofrida Frida, nunca Kalou suas cores.
Claro, atrás disso
tudo o diretor brasileiro de fotografia Affonso Beato trabalha escondido,
deixando a direção de fotografia de Almodovar e outros uma marca. Ele, marido
de uma amiga de ginásio, que tive o prazer de conhecer e poder ver um pouco de
perto, o modus vivendis, de onde parte a inspiração. Beato carrega dentro dele,
com certeza todos os matizes que encarnam cenários, personagens, luzes exatas
dando alma ao s filmes de coração latino. E sou subliminarmente seduzida, ali a
identidade latina fala alto. N um jantar
em casa de Fernanda, ficamos bebericando no Studio dele, de frente para o verde
da Gávea, um Studio escuro, aconchegante, repleto de fotografias preto e
branco, tapetes marrons, confortáveis sofás, ao lado de uma sauna e piscina.
Não, não tinha cores. E percebi que as cores estão é dentro dele mesmo. Aquele
ambiente só propicia a viagem.
Uma brasileira, Nina, paulista do interior, Tupã, uma cidade que por sinal minha mãe morou
muito tempo, tem uma expressão em arte de rua que admiro bastante. Uma arte
descolada, que apesar de alguns motivos terem o mar como foco, é um mar
paulista, é o fundo do mar e não a praia, como traduz mais os cariocas. Cenas
da rua hilárias, gatinhos novamente super dengosos, a exuberância da
valorização do vinculo afetivo homen – animal. E com forte componente
desiderativo, o sonho e imaginação como elemento visual de prazer. www.ninapandolfo.com.br
. Casada com um dos Gêmeos, tem seu
trabalho reconhecido em várias partes do mundo em street art. E eu, queria sim
, muito, muito ter uma das sua bonequinhas em casa. Tem uma que acho uma graça,
a gravidinha!
E por falar em praia e cores, o desfile de biquínis do Rio
Fashion Week para min foi um dos melhores.
Críticos dizem que não foi sua melhor edição, e que o desfile como um
todo aponta para uma transformação da moda brasileira, com identidade própria.
Eu já penso isso há muito tempo. Entretanto não em todas as coleções. Existem
umas ainda com forte influência europeia e americana. Eu diária que a americana
persiste no mesmo enredo muito jeans, muito preto, muita camiseta, e muito
boné. Os que insistem na moda europeia me parecem carregar a ostentação ainda
de tecidos muito caros, como o tafetá e a seda, sem trazê-los para mais perto
de nós com tecidos fluidos e leves. A seda sim,
ponto para ela sempre. Mas também nosso linho, nossas rendas, nosso
tricô.
Barroco Blue man
Barroco Blue man
azulejaria klein Blue man
Salinas bonequinhas italianas
Na minha amadora
visão então sim posso concordar que estamos aproximando de nossa realidade com
a valorização de cores fortes, motivos brasileiros, alguns até imperiais
típicos, o nosso barroco. Numa outra ala, o minimalismo tem perfil extremamente
brasileiro, carioca até eu diria, DIGA SE
de passagem, algumas cariocas são
o emblema do minimalismo na moda há mais
de 20 anos, Andrea Saleto e Mariazinha, Andrea Marques.(vestido preto e branco óptico abaixo)
Caras como só, ficavam no caminho da minha academia, entre Lagoa e Ipanema, me fazendo observar e até absorver quando possível a moda mais geométrica, linhos divinos, jogados desajeitadamente sobre o corpo e formando na verdade uma obra de arte ambulante, pois o caimento sempre impecável. E cá entre nós, isso me impregnou de algo que adoro, o menos, amo o menos, mesmo que esse seja mais simples, mais pobre, mas menos piruá. Detesto exageros,aliás, nem muito de joias, adornos. Gosto de pele boa, dentes bons, corpo agradável, olhar feliz, e um pano qualquer que me valorize por cima. Como diz a genial Constanza Pascolatto, a moda é algo pra você transformar em seu, pegar da passarela, da vitrine e dar o seu toque, customizar no seu jeito e estilo de vida. Ponto bem grande para ela!
O grafismo minimalista de Nika Kessler e também seus biquinis fundo do mar.
A linda mistura de tricô com tecido plano da Coven, fluidêz.
Caras como só, ficavam no caminho da minha academia, entre Lagoa e Ipanema, me fazendo observar e até absorver quando possível a moda mais geométrica, linhos divinos, jogados desajeitadamente sobre o corpo e formando na verdade uma obra de arte ambulante, pois o caimento sempre impecável. E cá entre nós, isso me impregnou de algo que adoro, o menos, amo o menos, mesmo que esse seja mais simples, mais pobre, mas menos piruá. Detesto exageros,aliás, nem muito de joias, adornos. Gosto de pele boa, dentes bons, corpo agradável, olhar feliz, e um pano qualquer que me valorize por cima. Como diz a genial Constanza Pascolatto, a moda é algo pra você transformar em seu, pegar da passarela, da vitrine e dar o seu toque, customizar no seu jeito e estilo de vida. Ponto bem grande para ela!
O grafismo minimalista de Nika Kessler e também seus biquinis fundo do mar.
Sim é esta moda autêntica que gosto. Essa moda que tem a ver
com meu padrão de beleza, com corpos mais bronzeados e curvilíneos, com cabelos
avantajados e rebolado próprio. Quando uma inspiração bebe em fontes brasileira, essa sou eu. Claro tem um look universal, pois a moda também globalizou.
Nada contra a frieza e elegância própria das europeias. Mas na minha cabeça, essa moda é delas. Para elas. Absorvo o que gosto e que posso, o que é muito raro. Vejo em tudo que existe europeu, um equivalente mais autêntico brasileiro, mais meu, e mais apaixonante. Por incrível que pareça, prefiro rasteirinhas e ballerines da Repetto, do que muito Dior, que jamais terá a ver com minha vida, por um motivo, eu não quero, eu tenho meus prazeres peculiares, brasileiros natos.
Essa é igual a min, eu coloco e ela já vai trabalhar sozinha, vida de endoscopista não emplaca um salto pesado não, inadequado principalmente.
Perfume sim, ahhhhhhhhhhhh eu amo perfume. Mas me bastam um ou dois, para o dia e para a noite. E nunca, nunca mesmo adocicados do tipo abaunilhados, já usei amadeirado, mas não é a minha. Floral e cítricos sim.
Nada contra a frieza e elegância própria das europeias. Mas na minha cabeça, essa moda é delas. Para elas. Absorvo o que gosto e que posso, o que é muito raro. Vejo em tudo que existe europeu, um equivalente mais autêntico brasileiro, mais meu, e mais apaixonante. Por incrível que pareça, prefiro rasteirinhas e ballerines da Repetto, do que muito Dior, que jamais terá a ver com minha vida, por um motivo, eu não quero, eu tenho meus prazeres peculiares, brasileiros natos.
Essa é igual a min, eu coloco e ela já vai trabalhar sozinha, vida de endoscopista não emplaca um salto pesado não, inadequado principalmente.Perfume sim, ahhhhhhhhhhhh eu amo perfume. Mas me bastam um ou dois, para o dia e para a noite. E nunca, nunca mesmo adocicados do tipo abaunilhados, já usei amadeirado, mas não é a minha. Floral e cítricos sim.
Se tem um perfume que acho o top do top, do sedutor, é um
antigo Mystere de Rochas. Me lembra minha mãe, que o usou por anos a fio
durante a minha adolescência, era o símbolo de feminilidade com toque de
sedução, para min. Delícia. Muito
sofisticado,classificado como pungente, animálic, especidado e cálido com farto
bouquet misturando rosas, ylang ylang e madressilva que na evolulçao e
tipicamente floral. Ainda classificado sui generis e refinado pela mistura de
aroma oriental e resinas exóticas, só se
presta a noit III ´E muito intenso, e sou apaixonada por ele, perfume raramente
encontrado. Ele é o famoso exemplo do
PERFUMÂO, não tem outra.
De dia, os Kenzos são
minha paixão. E claro Issei Myake. Amo Issei.
Gosto de alguns da Calvin para o dia também. Isso é perfumes sem muita
pieguisse, dão recado de cara. Cheguei, sutil,mas cheguei. E todos estes tem um
Q refescante, tudo a ver para cariocona aqui. Estou pesquisando um pouco
perfumes ultimamente, e posso dizer, sou muitoooooooooooooo difícil. Issei é um
bom coringa se presta a noite num modelito informal, e ao dia num ambiente mais
formal. Jamais comparado a uma colônia, é o Perfume e tal, aquele que todo
mundo quer saber qual é. De dia ou de noite.
Fiquei na Europa sem sentir tentação neste sentido. Penso
que o mai s importante para min eram lugares e pessoas do que coisas. Mas na
Itália, não nego, fiquei tentada a comprar um vestido e comprei.Olha que bola
certa, bola mesmo, um vestido de bolas, sensuai, preto com bolas graúdas beges
( o que sozinho já é um it, já que a maioria explora o branco). Abertura na frente recortada numa seda de saia
arredondada, alcinhas, e cintura alta, com uma faixa a la Sofia Loren.
Lindoooooooo. Uso pouco, mas é um super
coringa. A foto está bastante feia no cabide, mas ele é totalmente dress to kill. Faço um cabelinho preso e show.
Por falar em Itália e Sofia Lorem, o desfile da Salinas,
veio trazendo estas mesmas bolas graúdas, sobre pretos, verdes e amarelos. Um
luxo. Um toque de pin up, lenços amarrados de forma divina, que tentarei
imitar, nem que tenha que fazer um MBA. Se prestam muito a praia, final de
tarde, onde você já sai dali com cabelos domados pelo charmoso amarrado e vai
tomar um café, ou um chopp. Tái,
primeira vez que gostei mais dos biquínis Salinas do que Blue man que são os
meus favoritos. Biquini Blue man é bater e valer. Comprar, vestir e boa praia.
Você senta na praia e já se forma um triangulo atrás que se comporta muito bem,
diante do público, mesmo sendo pequeno. Nada aparece, nada de pagar cofrinho
vulgar. Alias esta expressão é bastante vulgar.Mas definiu o que chamo de um
biquíni que veste bem. Carioca quer glamour, desde que uma marca não tão
grande, e Bluem man sempre acertou nisso.
Este ultimo desfile, biquínis de passarelas, não representam
os biquínis da vitrine. Na vitrine tudo
diminui de tamanho para ser vendido. E nesse ano ela abusou do barroco, com
vivelas associadas a estamparias elaboradas, o azul Klein da azulejaria desceu
para a passarela. Lindo,lindo! Todos estes podem ser vistos acima.
Por muito tempo, quando era mais nova , da adolescência até
uns 25 anos, antes de encarar a medicina de verdade, que passa como um trator
em cima da gente, e catapulta muito de nossos sonhos, tinha paixão por ter uma
confecção de biquíni, e quando morava na Rural, cheguei a produzir alguns para
min. Bem, posso dizer que eram muito
bonitos, vestiam muito bem pois eu tinha uma costureira divina, mas foi bom
para eu confirmar, que meu negócio de verdade não era aquele. Não aceitaria produzir mais do mesmo, i a
querer investir em pesquisa de moda, em conhecer tecidos, indústrias, técnicas
de estamparias, ia tomar uma proporção profissional, pois não sei ser amadora.
Não sei e não gosto. Quando trabalhava na Barra as segundas feiras, cheguei a fazer um curso de customização de roupas, na Barrinha, na faculdade da Estácio, e foi muito divertido. Uma professora competente formada pelo Cetiqt especialista em estamparias, deu altos alos, e a turma reunida em volta de uma imensa mesa de corte, branca, quadrada, servia de palco para criação e muita conversa boa. É isso, preciso de um ventilador nas ideias, só medicina me pira. E digo, para conseguir um lugar ao sol na moda, em primeiro vem criatividade, sem segundo também, e em terciero muito estudo dirigido. E posso dizer dá certo, tinha uma amiga Barbara, ex adicta que se enfiou nessa e tem uma etiqueta linda descolada na Ipanema Secreta. (point apenas dos cariocas, dificil de se achar).
Fico imaginando gente por ai, que gasta pra imprimir camisetas fake, motivos manjados, será que estas pessoas não veem que isso tem vida curta, começo meio e fim pré determinados...Originalidade tem que ter respaldo , sustentação. Se não é moda pra um verão. E aí, a medicina falou mais alto. Se eu não tivesse uma formação, o que acho quase impossível, eu não dou ponto sem nó, eu não fico atoa, eu penso, espremo meu cérebro e crio movimentos que de alguma forma me levam a executar, concluir, com ou sem sucesso algo, mas se esta fosse a minha praia, fazer biquínis, com certeza eu já estaria bem colocada em algum lugar do país, e com crédito. Eu invisto, eu encaro, sem modéstia, eu faço acontecer. Com muita cabeçada, mas eu faço. O meu problema é esse, não sei não fazer.
Fico imaginando gente por ai, que gasta pra imprimir camisetas fake, motivos manjados, será que estas pessoas não veem que isso tem vida curta, começo meio e fim pré determinados...Originalidade tem que ter respaldo , sustentação. Se não é moda pra um verão. E aí, a medicina falou mais alto. Se eu não tivesse uma formação, o que acho quase impossível, eu não dou ponto sem nó, eu não fico atoa, eu penso, espremo meu cérebro e crio movimentos que de alguma forma me levam a executar, concluir, com ou sem sucesso algo, mas se esta fosse a minha praia, fazer biquínis, com certeza eu já estaria bem colocada em algum lugar do país, e com crédito. Eu invisto, eu encaro, sem modéstia, eu faço acontecer. Com muita cabeçada, mas eu faço. O meu problema é esse, não sei não fazer.
E para finalizar um pouco de arte in loco. Já foi uma grata surpresa, um lindo presente
o Museu de arte do Rio, com aquela cobertura divina ligando o novo e o antigo.
Showwwwwwwwww demais.
Temos agora de presente a Casa Daros, que abriga obras que
antes ficavam guardadas somente na Suiça, mas de origem latina, e principalmente
motivos brasileiros, como por ex a linda nossa senhora que tem sua moldura
feita de entulhos da obra de restauração do casarão . Bem, nem precisa dizer,
estou louquinha pra visitar. www.casadaros.net
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